Prefeitura de Itapeva reforça apoio às ações de combate à violência contra a mulher
Assistência Social - Segunda-feira, 16 de Março de 2026

DENUNCIE - Prefeitura de Itapeva reforça apoio às ações de combate à violência contra a mulher

A Prefeitura de Itapeva reforça o apoio às ações de combate à violência contra a mulher e destaca a importância da conscientização, da prevenção e da denúncia.
Dados nacionais mostram que a violência contra mulheres ainda é uma realidade preocupante e atinge mulheres de diferentes idades e contextos. Em muitos casos, a violência ocorre dentro de casa e é praticada por pessoas próximas à vítima.
Diante desse cenário, a Prefeitura destaca a importância de fortalecer a rede de proteção e incentivar que casos de violência sejam denunciados, garantindo acolhimento e apoio às vítimas.
A população pode buscar ajuda por meio dos canais oficiais de denúncia, como o Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher), o Disque 100 (Direitos Humanos) e, em situações de emergência, a Polícia Militar pelo 190.
Combater a violência contra mulheres é um compromisso de toda a sociedade. Informação, acolhimento e denúncia são passos fundamentais para proteger vidas e garantir direitos.
Entre os anos de 2015 e 2024, foram registrados 2.012.500 casos de violência interpessoal contra mulheres no Brasil, sendo que 320.472 ocorrências foram notificadas somente em 2024.
Entre os casos registrados, 58% das vítimas são mulheres adultas, 21% adolescentes, 14% crianças e 6% mulheres idosas, demonstrando que a violência atinge mulheres em todas as fases da vida.
Os dados também indicam que 53,3% das vítimas são mulheres negras (pretas e pardas), 37,3% mulheres brancas, 1,0% indígenas e 0,8% amarelas. Em relação à orientação sexual, 3,4% dos casos envolvem mulheres LGBTQIAP+, enquanto 61% das notificações não informam essa condição.
Entre os tipos de violência, a mais comum é a violência física (42,8%), seguida pela violência psicológica (19,6%), violência sexual (12,3%) e negligência (6,7%). Na maioria das situações, a violência ocorre dentro de casa e é praticada por alguém conhecido ou próximo da vítima.
Entre os principais prováveis agressores, destacam-se parceiros íntimos (38,8%), ex-parceiros (27,9%) e familiares ou conhecidos (12,4%).
Os registros de violência chegam aos serviços públicos principalmente por meio das unidades de saúde (36,5%), delegacias (26,2%) e centros de assistência social (13,3%), o que demonstra a importância da integração entre os serviços da rede de proteção.
Outro dado preocupante é a mortalidade por agressão contra mulheres. Entre 2015 e 2024, foram registrados 42.166 óbitos de mulheres no Brasil decorrentes de agressões. Desse total, 66,3% das vítimas eram mulheres negras, 30,4% mulheres brancas, 1,0% indígenas e 0,2% amarelas.
A faixa etária com maior número de casos é a de 20 a 39 anos, que concentra cerca de 30% das notificações, fase em que muitas mulheres estão em plena vida produtiva.

#PraTodosVerem: Imagens informativas do Governo Federal com dados sobre a violência contra a mulher. Post com texto alternativo.
