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Data: 14/05/2018 Hora: 11:03:14
Casa Transitória faz a reintegração de 99% das crianças e adolescentes assistidos pela entidade

Atualmente, apenas uma criança é assistida pela instituição, que já possuiu 101 acolhidos entre crianças e adolescentes

 

Atualmente, a Casa Transitória possui apenas uma criança na instituição, mostrando o comprometimento da atual administração em promover a reintegração familiar e promovendo o vínculo afetivo entre crianças e adolescentes com a sua família de origem ou a adotiva.

Há três anos, a Casa Transitória acolhia cerca de 78 crianças e adolescentes em três imóveis distintos, sendo crianças em uma casa, meninos adolescentes em outra e as garotas em plena adolescência também residentes em outro local.  

Neste período, foram acolhidos mais 23 crianças e adolescentes, totalizando 101 assistidos pela Casa Transitória. Diante deste quadro, a equipe coordenada pela assistente social Izaíra de Carvalho Amorim iniciou um trabalho, visando a reintegração das famílias com os que foram acolhidos pela entidade.

Tendo o apoio do Ministério Público, da Rede do Sistema de Garantia de Direitos do Conselho Tutelar e Vara da Infância e Juventude, a Casa Transitória que era dividida em três imóveis, tornou-se somente uma residência.

Para a coordenadora da Casa Transitória, Izaíra de Carvalho Amorim, após reunir os acolhidos em uma única casa, o objetivo de reintegrar as famílias foi alcançado. "É gratificante constatar o resultado do trabalho oferecido. Conseguimos realizar o sonho de crianças e adolescentes, encaminhando-as para o aconchego de uma família. Porém, nossa missão ainda não terminou, pois uma de nossas crianças ainda precisa de nosso amor incondicional e dedicação", explicou a assistente social.

O secretário municipal de Desenvolvimento Social, Luciano de Oliveira, disse que os excelentes resultados devem-se principalmente à dedicação, responsabilidade e comprometimento da equipe. "O trabalho foi complexo, delicado e responsável, pois hoje os assistidos estão acolhidos no seio de uma família. Resta apenas uma criança, que também deverá ser acolhida. O apego dos profissionais do serviço por vezes traz sentimentos conflitantes, onde as lágrimas da partida misturam-se em tristeza e felicidade", enfatiza o titular da pasta.

 

 

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